Mac City 2

 

 

 

 

 

Capítulo 15 - Depois do beijo...

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(Drica) – Eu sabia que ela era oferecida, mas nem tanto! Que garota mais... argh! Nem vale a pena falar. Clarissa? Ei, aonde você vai?

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(Isis) – Ai Nic, estava esperando há tanto tempo por esse momento.
(Nicolas) – Não leve a mal Isis, mas que momento?
(Isis) – Bobinho... esse! Nós dois juntos...

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(Nicolas) – Eu nem sei o que dizer...
(Isis) – Não precisa dizer nada, só me beija.
(Nicolas) – Espera aí Isis, eu nunca imaginei que...

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(Clotilde) – Os dois aí, já pra diretoria!
(Isis) – Quê?
(Clotilde) – E rápido! Isso é um colégio e não um...
(Nicolas) – Mas ela que me beijou e foi só um selinho.
(Clotilde) – Porque eu cheguei antes. Pela animação de vocês eram para estar se engolindo se eu não estivesse aqui.
(Isis) – Não tem como discutir com essa aí não Nic, vamos.

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(Isis) – Clô, antes posso só dar uma palavrinha com o TJ?
(Clotilde) – RÁPIDO!

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(Isis) – Aprendeu manézão? Agora vê se vira homem e faz o mesmo com a songa da Clarissa.
(TJ) – Você sente um prazer em me ofender hein? Garota chata...
(Isis) – Age Tj, AGE!
(Clotilde) – Andando mocinha...
(Isis) – Tá bom, tá bom, não vou fugir não!

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(Lipe) – Ótimo, fiquei no vácuo.

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No caminho à diretoria, Nicolas encontra Clarissa e Drica que o olha com repreensão. Clarissa manteve-se de costas e não falou com Nicolas, que não entendeu nada do que estava acontecendo.

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(Drica) – Eu sabia! Agora você teve a prova que realmente gosta dele não é?
(Clarissa) – Do que você está falando?
(Drica) – Pára de se enganar amiga, você morreu de ciúmes quando viu a oxigenada agarrando o Nicolas.
(Clarissa) – Ciúmes? Não sei... Apenas não me senti bem.
(Drica) – Tá na cara Clarissa...

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(TJ) – Clarissa?

Clarissa vira e TJ tenta beijá-la.

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(Clarissa) – Que isso TJ, tá louco???
(TJ) – É que...
(Clarissa) – Eu não esperava isso de você, sinceramente. Forçando a barra comigo? Eu te disse que iríamos conversar depois...
(TJ) – Mas...

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(Drica) – Mas nada, se manca garoto! Virou moda sair agarrando os outros de surpresa hoje? Por que ninguém me agarra? Vamos conversar em outro lugar Clarissa...

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(TJ) – Clarissa! E nós?!
(Clarissa) – Não existe nós TJ!

Na pensão...

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(Francis) – Droga! Como vou arrumar dinheiro pra pagar os caras?! Já vendi todas as minhas coisas que valiam alguma grana. A não ser que...

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(Francis) – E desde quando vou achar algo de valor nessa casa?! JÁ SEI! A Débora!

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(Zezé) – Estava falando com alguém filho?
(Francis) – Lá vem você de novo. Pô mãe, me esquece!
(Zezé) – Francis, espera!!! Preciso falar com você...

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(Zezé) – ...antes que seja tarde demais.

De volta ao colégio...

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(Isis) – Ué Marta, te pegaram no flagra também?
(Francisco) – Pois é loirinha, galera mó careta desse colégio tá ligada?
(Clotilde) – Chega de conversinha, o diretor está esperando os quatro.

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(Lipe) – Drica, alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui? Primeiro a Isis agarra o Nicolas de uma hora pra outra, depois vejo o TJ xingando pelos cantos e agora a Clarissa toda deprê...
(Drica) – Não entendeu ainda Lipe? É um quadrado amoroso...
(Lipe) – Hein?

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(Drica) – Isso, raciocina comigo: TJ encanado com a Clarissa que descobriu que gosta do Nicolas que foi atacado pela vagaba da Isis.
(Lipe) – Calma, é muita coisa de uma vez pra minha cabeça...
(Drica) – Mas calado viu? Estou te contando isso porque somos todos amigos, a Clarissa não quer que ninguém saiba, estou confiando em você.
(Lipe) – Eu já estava desconfiado da Isis, mas a Clarissa e o Nic é novidade pra mim.
(Drica) – E pra ela também. Coitada, está toda tristinha. Vocês homens não prestam sabiam?

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(Lipe) – Ei, auto lá! O que fizemos?
(Drica) – Ora, essa pouca vergonha por aí, vocês não têm sentimentos, só pensam em...
(Lipe) – Não é assim não mocinha, eu por exemplo...
(Drica) – Você o que?
(Lipe) – Nada... você não me conhece mesmo.
(Drica) – Hein?!

Na casa dos Macfay...

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(Ricardo) – E aí, como foi?
(Débora) – Difícil, aquele homem é muito ambicioso, queria por que queria aquela quantia.
(Ricardo) – Eu sabia que você não ia conseguir.
(Débora) – E quem disse que eu falhei? Entrei em um acordo com ele...
(Ricardo) – E qual?
(Débora) – Ahnn... depois falamos sobre isso, estou com uma dor de cabeça terrível. Mas confie em mim ok? Vou descer para pegar um remédio.

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(Francis) – Essa minha irmã se deu bem, maior vidão, casão, não faz nada o dia todo. E eu também me dei bem, posso entrar aqui quando quiser e tirar proveito.

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(Francis) – CARACA! Isso aqui é uma mina de ouro, até as paredes devem valer muita grana.
(Débora) – Francis? O que você está fazendo aqui?

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(Francis) – Vim visitar minha irmã, não posso?
(Débora) – Conta outra, o que você aprontou?
(Francis) – Já falei, nada!

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(Débora) – Você devia estar na escola. Sua mãe sabe que você está aqui?
(Francis) – A chata da NOSSA mãe que se dane, não devo satisfação pra ela.
(Débora) – Ui, todo nervosinho, se sentindo o melhor dos homens pelo jeito. Então... pronto, você já me visitou, pode ir.

Um tempo depois...

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(Débora) – Ei Francis, eu esqueci de te perguntar... cadê aquele moleque?

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(Débora) – Eu sabia que ele estava querendo alguma coisa...

Na casa dos Lampert...

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(Cléo) – É agora...

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(Voz no telefone) – Grupo Macfay, Sandra, boa tarde. Com quem eu falo?
(Cléo) – Macfay?
(Sandra) – Isso senhora, empresa Macfay, posso ajudar?

Cléo desliga o telefone...

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(Cléo) – O que o telefone da empresa do Jorge estava fazendo nas coisas do Alberto?

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